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29 de Julho de 2010

Veja aqui o press release , Veja aqui a infografia (pdf)

Desde o primeiro trimestre de 2007, tem sido notório o crescimento do tempo de absorção de habitação (i.e. o tempo que medeia a entrada e a saída dos imóveis da base de dados) na Área Metropolitana do Porto (AM Porto), especialmente no mercado de alojamentos novos. Neste segmento, o tempo de absorção no 1º trimestre de 2010 alcançou os 16 meses, quadruplicando face aos 4 meses que em igual período do ano de 2007. Ainda nesse ano, o tempo de absorção duplicou para os 8 meses, atingindo novos máximos de 10 meses em 2008 e de 14 meses em 2009, até o pico de 16 meses já este ano.
No caso dos usados, os tempos de absorção no 1º trimestre de 2010 atingiam os 15 meses, face aos 6 meses registados no 1º trimestre de 2007. Este segmento chegou a alcançar os 8 meses de máximo tempo de absorção em 2008 e de 12 meses em 2009.
Refira-se ainda que, ao longo do último ano, o segmento de habitação nova tem vindo a manifestar tempos de absorção superiores aos do segmento dos usados, com cerca de mais 1 a 2 meses de tempo de espera para venda, um tempo que pode ser ampliado tendo se se considerar o tempo relativo à venda do imóvel ainda em fase de projecto.
Póvoa do Varzim, Vila do Conde e Espinho acima dos 20 meses
Relativamente à segmentação geográfica, cinco dos nove concelhos considerados pelas estatísticas Ci|LardoceLar.com para a Área Metropolitana do Porto apresentaram tempos de absorção de habitação superiores à média metropolitana, enquanto que no caso dos fogos usados, apenas um concelho registou tempos de espera mais longos que o geral da AM Porto.
No segmento dos fogos novos, a Póvoa do Varzim, Vila do Conde e Espinho atingiram tempos de espera acima dos 20 meses, com um máximo de 22 meses no primeiro caso. Ainda acima da média metropolitana, Matosinhos e Vila Nova de Gaia, com tempos de absorção de habitação nova na ordem dos 18 e 17 meses, respectivamente. No extremo oposto, Valongo, com 11 meses de espera para absorção de habitação nova, sendo também Gondomar, Maia e Porto concelhos onde os tempos de absorção de fogos novos não ficaram acima da média da AM Porto. No caso do Porto, a realidade de espera está em linha com a média metropolitana, com 16 meses nos novos e 15 meses nos usados. Os concelhos de Maia e Matosinhos apresentam tempos de espera de 15 meses nos novos.
No caso dos usados, apenas o concelho de Gaia apresentou tempos de espera superior à AM Porto, com 19 meses, estando todos os outros concelhos abaixo dos 15 meses metropolitanos, com o mínimo a ser atingido em Espinho, onde a espera neste segmento é de 9 meses.

- FIM -

Sobre a Confidencial Imobiliário
A Confidencial Imobiliário é uma entidade especializada na produção de estatísticas sobre o mercado residencial. Um dos seus patrimónios é o Índice Confidencial Imobiliário, que conta com uma série de mais de 20 anos, sendo a medida para acompanhar a valorização do mercado habitacional português. A sua credibilidade e independência fazem com que esse índice seja usado e referenciado por entidades como o Banco Central Europeu, o Banco de Portugal e os Ministérios da Economia e das Finanças, para além do sector financeiro, promotores e meio universitário. Na vertente editorial, desde 2006 integra o Grupo Editorial Vida Económica, acentuando o seu perfil enquanto revista técnica, contando com análises estatísticas própria e conteúdos de parceiros de entidades de prestígio como a Abreu Advogados, o IPD – Investment Property Databank, o ISEG – Instituto Superior de Economia e Gestão, a PricewaterhouseCoopers, o RICS – Royal Institution of Chartered Surveyors e a ULI – Urban Land Institute.

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